domingo, 8 de agosto de 2010

L.O.V.E

Amores infantis, sutis, amores.. Quantos deles destruídos? Jogados ao vento? Quantos deles deixados pra trás, como passado infeliz, quantos deles..
Amor maternal, paternal, fraternal.. Amor, simplesmente amor. Verdadeiro e simples, fiel e leal. Amor que não se mede, que não se repete. Não se explica, que complica, que implica, suplica, impede, concede, atende. Amor..

sábado, 7 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Qual a cor?

E quando tudo parecia se perder, eu encontrei. A tal luz no fim do túnel me iluminou completamente, de ponta a ponta.. Eu parecia ter encontrado o meu rumo, e o mais importante, sozinha! Os mapas da saudade me levavam a lugares distantes, no passado, onde eu definitivamente não queria estar.. Não naquela hora. Buscava bússolas consoladoras, que eu esperava que apontassem para o futuro, brilhante. Tão brilhante que em uma das milhões de tentativas, eu consegui enxergar e acabei me cegando. Deixei de ver.. Só pensava, agia, tudo muito rapidamente. Os caminhos iam se abrindo de acordo com o que eu imaginava que aconteceria, óbvio que não acertei todas as previsões, mas algumas delas foram realizadas exatamente como eu esperava que fossem. Meu mundo continuava preto e branco, mas não por falta de cor. Passei a preferir o básico, nada de vermelhos vivos da paixão, rosas pinks do amor, apenas uns toques de verde esperança e azul sorte, que eu esperava ter para não tropeçar nas pedras, que por acaso, eu não conseguia enxergar firmemente. Os avermelhados foram surgindo depois, e criando levemente um tom de rosa bebê, os sorrisos aparecendo, e os meus olhos aprendendo a ver novamente. Como quem volta a ser criança, passei a maior parte do meu tempo brincando.. Não de boneca, casinha e essas coisas todas. Brincadeiras úteis me agradam mais, e falar sério é agora o meu forte. Brinquei de amar, de sorrir e de chorar. Acabei chorando mesmo, sorrindo muito e amando inexplicavelmente.. Mas como tudo na vida, a maioria das sensações passaram, por eu não ser tão madura assim, a ponto de suportar esses tipos de sentimento, que cegam pessoas sãs e destroem pouco a pouco o que chamam de realização. Aprendi a me reerguer, passei a me amar um pouco mais e consequentemente soube abrir meu coração, e dá-lo à quem eu realmente queria que tivesse-o. Cai, levantei, cai. Aprendi mais com os tombos e tristezas, do que com os sorrisos e realizações. Gostei da dor, do amor, mas gostei mais de mim. O impossível, passou a ser possível e os sonhos irreais e planos, que eu tinha durante todas as noites em claro, passaram a se realizar tornando-se um mar de felicidade. Passei a ser eu, como forma e cor. Rosa do amor, vermelho da paixão, azul da sorte e principalmente verde da esperança..

domingo, 1 de agosto de 2010

Razões e Emoções.

Sei ser o contrário do que sou, sei ser eu, tu, ele, nós.. Sei ser nós com perfeição, preciso apenas de um auxílio, um ombro mais que amigo. Ser nós não é tão difícil assim, algum olhar sincero de encontro ao meu e pronto, deixo o singular, passo ao plural num pulo e automaticamente me perco, como se este me tornasse cega, ao ponto de não enxergar razão em nada.. Meu mundo se fecha: emoção, emoção, emoção. É o máximo que consigo ver, nem um palmo a mais, nem a menos. Inúmeros motivos para deixar pra trás e apenas um para seguir em frente. Seguir em frente, minha decisão.. E porque? Bom, porque este um é tão intenso que chega a ultrapassar os limites da força dos outros tantos negativos. Vou seguir, independente da chegada do tão sonhado 'felizes para sempre'!

Recomeçar.

Há tempos venho tentando expressar as minhas últimas e tão secretas emoções. Venho guardando comigo, todas elas, de forma que ninguém possa desconfiar pela expressão do meu rosto.. Mas as coisas andam se complicando, pois a cada palavra existe um ar discreto de riso, que aqueles que bem me conhecem, sabem reconhecer. O mundo parece ter decidido girar ao contrário e tudo desabou, como um prédio aos pedaços. Me refiz, comecei do zero, dessa vez.. Por outro caminho. Complicado, cheio de desníveis, curvas, confusões. Um certo alguém apareceu para me 'resgatar' da tão odiada solidão. Precisei de alguém pro meu sozinho, mas só queria conversar, distrair, rir. Talvez eu tenha encontrado a pessoa certa para isso, tão diferente, fora do normal. Quem diria então, que o destino havia preparado aquele tipo de lição? Nunca deixe algo pra trás, se ainda não tiver tido um fim. Quem diria? Ninguém. Sorrisos, beijos, abraços, olhares.. Que assim seja!

sábado, 31 de julho de 2010

Diário de Uma Paixão

'Eles brigavam muito, não concordavam em muitas coisas. Na verdade não concordavam em quase nada. Se provocavam o tempo todo, mas apesar das diferenças, eles tinham algo muito importante em comum: eram loucos um pelo outro!'

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Cada vez mais..

Olhei para o remédio ali, sobre a mesa. Em letras pretas e negrito vinha o nome: TEMPO.
Li a bula, parecia milagroso, confesso.. Convenceu, um comprimido a cada dia e num surto de rapidez suas dores e vertigens estariam derrotadas! Ual.
Tomei-o conforme as recomendações durante dias e nada mudou. As dores até pareciam piores e cheguei a checar a data de validade. Vencera à tempos, não teria mais utilidade. Comprei o genérico, idêntico, com as mesmas funções e supostos milagres. Seria mais fácil ter uma overdose, à uma melhora. Decidi parar, pensar. Duraria para sempre a minha dor, ou saberia resolvê-la quando tivesse força de vontade e dedicação? Pois bem, fiz esforços, ultrapassei barreiras e acabei derrotada, pela fraqueza e saudade. O que mais posso fazer? Sem forças, sem voz, sem nada. Apenas desejos e não desejos, uma dose de razão.. Outra de emoção. Algumas demonstrações contínuas de afeto e carinho, vindos da direita e da esquerda. O melhor caminho, onde estaria? Mensageiros fieis tentavam me aconselhar sobre a direção certa, mas a cada sílaba a decisão parecia mudar. O que acontece então, se a dor parece a mesma e se a cada segundo esgotam-se as lágrimas e juntamente os sorrisos? Já não sei ao que recorrer.
Se me decepciono até com remédios e falsas promessas, o que mais me falta?